Três décadas a serviço de relações de consumo mais justas

Em janeiro de 1980 foi lançada a revista Consumidor Teste, primeira publicação brasileira a tratar do tema relações de consumo. Desde sua fundação, a revista tem como ideal a harmonia e o equilíbrio entre quem produz e quem consome.
São 31 anos de existência que comprovam a relevância da revista no mercado editorial brasileiro.

Voltada para os profissionais que trabalham diretamente com os consumidores ou que atuam na regulamentação das relações de consumo no meio institucional, empresarial, governamental e acadêmico. Consumidor Teste – análises, estatísticas, cenários é uma revista nacional, com sede em Porto Alegre (RS).

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PARA O CONSUMIDOR

Junho 2011
SEGURANÇA NO USO DE CARTÕES
Atenção! Alguns cuidados são importantes ao realizar o pagamento por meio de cartões de crédito ou débito, ou mesmo pela internet.
  • O primeiro cuidado é com a escolha da senha. Ela não deve ser óbvia, como datas de aniversários, números de telefones ou de documentos pessoais.  No caso de acesso pela internet, por exemplo, recomenda-se a utilização de senha alfa-numérica (combinação de letras e números), o que aumenta o nível de dificuldade da senha.
  • O consumidor não deve emprestar seu cartão ou permitir acesso a estranhos, sob qualquer pretexto, tendo em vista que pode haver troca sem que se perceba. O acompanhamento da conta corrente ou fatura, mediante extratos ou acesso pela internet, também é fundamental para evitar transações não autorizadas.
  • Também é recomendado atenção no momento de utilização do cartão nos estabelecimentos comerciais. Eles não devem ficar fora do controle do consumidor, bem como ter cuidado para que ninguém veja a senha, no momento em que estiver digitando-a.
  • Ao realizar compras pela internet é importante o consumidor certificar a confiabilidade do site, verificando se existe sistema de proteção e segurança das transações, pela presença de ícone no rodapé da página indicando a figura de um cadeado.
Essas são algumas condutas que se seguidas pelo consumidor podem evitar e diminuir os riscos de serem vítimas de fraudes. Em caso de problemas, é prioridade a imediata comunicação com a instituição financeira responsável, além da necessidade de ser lavrado boletim de ocorrência perante autoridade policial para comunicação do ato criminoso.
Vale destacar que é responsabilidade do banco ou da instituição responsável a emissão do cartão e também a resolução de problemas envolvendo clonagem ou realização de transações não autorizadas pelo consumidor. Nos casos de prejuízos materiais e/ou morais é possível ser realizada reclamações perante o Procon, ou mesmo ser movida ação judicial.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, nos últimos dez anos, as contratações de serviços de cartões de crédito e débito de instituições financeiras, redes de serviços e lojas alcançaram crescimento de 183%. 

Fonte: Mariana Fideles, advogada de Direito Cível do escritório Braga e Balaban Advogados – mariana.fideles@bragabalaban.com.br


Maio 2011
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NO INVERNO
Com a aproximação do inverno, a queda de temperatura leva um grande número de pessoas a avaliar a troca do antigo chuveiro elétrico por um modelo com potência maior, capaz de proporcionar um banho mais agradável. Há também aqueles que compram aquecedores de ambiente para obter maior conforto nos cômodos de sua residência.
Se a aquisição dos novos equipamentos é simples, sua instalação e utilização requerem alguns cuidados com a instalação elétrica. Tanto o chuveiro elétrico como o aquecedor são grandes consumidores de eletricidade em uma residência, pois necessitam de potência elevada para transformar energia elétrica em térmica. E, de acordo com o modelo, sua potência pode variar, exigindo diferentes seções de condutores e sistemas de proteção. No mercado nacional, por exemplo, é possível encontrar chuveiros de 4.400 a 7.800 W.
“Antes de efetuar a troca de um chuveiro, recomendamos que o usuário verifique se o condutor elétrico instalado na residência é adequado à potência do novo equipamento. A embalagem ou manual de instalação desses itens designa qual é a seção nominal mínima do condutor a ser utilizado. Um fio ou cabo elétrico com seção nominal inferior à recomendada pelo fabricante coloca a segurança da residência em risco, eleva a possibilidade de choques elétricos e aumenta o consumo de energia”, alerta Nelson Volyk, gerente de engenharia e qualidade da SIL, fabricante nacional de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1kV.

Aumento de consumo
Já os aquecedores de ambiente geralmente são ligados em tomadas de uso comum. E sua potência, apesar de inferior à dos chuveiros elétricos, também exige atenção. Para tensão de 127 V, os aparelhos apresentam potência entre 1.000 e 1.300 W. Para 220 V, pode chegar a 2.000 W. Ocorre que estes aparelhos são utilizados por um período maior de tempo, podendo gerar aquecimento no plugue, na tomada e no cabo, uma vez que utilizam a capacidade máxima de corrente desses itens. Resultado: aumento de consumo de energia.
“O usuário deve ter em mente que a troca de um chuveiro e a aquisição do aquecedor trazem maior conforto, mas podem se refletir em aumento do consumo de eletricidade. Antes de qualquer ação, ele tem que observar que quanto mais alta a potência do equipamento, maior será seu reflexo na conta de energia. Aliás, isso vale para qualquer tipo de aparelho”, alerta Nelson Volyk.

Fonte: SIL Fios e Cabos Elétricos

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